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Relatos - Enviado dia 2 de Novembro de 2012

A Atividade Paranormal

nada de especial (5)
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Não vou mentir, sempre gostei da franquia Atividade Paranormal, mas ultimamente estou tendo medo disso. Vou contar: 

Tenho 16 anos e me chamo Christian, moro em um Loft, no qual é uma república. Moro com os meus dois amigos, Whyatt, cujo o pai é dos EUA (e é até uma coincidência, porque um dos personagens de AP4 se chama Whyatt), e o Carllos, cujo pai é dono do loft e paga todas as nossas despesas. 

O Whyatt sempre teve um fascínio por Atividade Paranormal. Bem, eu não gostava de filmes de terror, e quando ele me mostrou esse filme eu realmente senti que não tinha mais medo desses tipos de filmes, mas nunca fui de assistir outros. 

Bem, desde então, umas coisas esquisitas começaram a acontecer no nosso loft, como, coisas começarem a cair do teto, como facas, mochilas, e até uma caixinha de som do nosso Home Theater; Símbolos estranhos aparecendo nos nossos cadernos das escolas, nas paredes e nos espelhos. No início não damos muita importância a essas coisas, até que um dia, quando eu estava indo deitar na minha cama, eu fui sendo jogado com força na cabeceira da minha cama. Por sorte, a cabeceira era grande e de borracha. 

Desde então, instalamos câmeras de vigilância na casa, mesmo sabendo que, como no filme, o uso dessas câmeras realmente piorava as situações. Instalamos câmeras na cozinha, na sala e no quarto. Com essas câmeras, na 4ª noite, conseguimos capturar uma pessoa, que não conhecíamos, dentro na nossa casa, olhando pela porta do quarto enquanto nós dormíamos. Era uma pessoa de preto, com uma lanterna, na qual apontava para o meu rosto. Olhamos o vídeo no outro dia de tarde, e percebemos que era a vizinha de baixo, no qual tinha comprado uma casa na frente do nosso prédio. Mas, peraí. Como ele entrou lá? Essa é uma questão que não sabemos até hoje. Bem, seguindo. Então, desde a 4ª noite, ficavamos ouvindo um barulho de vários carros parando na porta da casa dessa mulher, na qual tinha um filho, que a gente sempre cuidava quando ela não estava lá. Esse menino era bem estranho. Ficava olhando debaixo das coisas, levantava os vasos, os sofás, e ficava olhando o que havia embaixo: NADA. Desde o que aconteceu não cuidamos desse menino. Nem perguntamos o que aquela mulher estava fazendo lá em casa. 

Depois de alguns dias, a gente começava a ouvir alguns barulhos, até que um dia, o Carllos, que quase nunca importava com essas coisas, foi puxado pra dentro do banheiro. Estávamos indo ajudá-lo, até que alguma coisa que parecia ser realmente grande sopra no rosto do Whyatt e ele é jogado na nossa bancada, bate a cabeça na quina do balcão e fica desacordado. Fui lá ajudar, mas vi que não podia fazer nada. Então fui correndo ajudar, mas eu senti como se havia batido com força nessa coisa grande. Então, eu acabei por sair correndo, de repente o Carllos havia parado de gritar e senti uma pancada na cabeça e desmaiei. Quando vimos, estávamos os 3 no quarto, cada um em suas respectivas camas. Todos nós comentamos o que havia acontecido e acabamos por esquecer. 

Bem, vou direto ao final da história, depois do havia acontecido, não ocorreu mais nada, até que um dia, eu ouvi um barulho de porta, acordei os meninos e peguei uma câmera headset e os outros pegaram duas câmeras menores, que automaticamente transmitiam as imagens  para uma amiga nossa, que estava acordada vendo tudo, já preparada para ligar para a polícia caso alguma coisa ruim acontecesse. Fomos até a sala, e vimos a televisão ligada, desligamos, então, de repente, essa mulher estranha apareceu atrás de nós e tentou pegar o pescoço do Whyatt para tentar enforcá-lo, mas não conseguiu. Então nos trancamos dentro do banheiro e ficavamos chorando, até que decidimos sair. Enquanto corríamos para o corredor, ouvíamos barulho de passos, até que quando entramos no quarto, o menino estava atrás da porta e disse pra gente que era pra alguém ir lá e enfrentar ela. Então eu fui pra lá para enfrentá-la, ela já estava me esperando, então eu fui pra cima dela e pulei, fazendo com que nós dois caíssemos no chão, nem percebi que o Carllos estavam monitorando tudo pelo computador, enquanto o Whyatt estava gravando tudo pelo corredor. De repente aconteceu uma coisa muito estranha: Ela deu um gritão e me jogou longe, acabei me assustando e corri para um outro quarto com uma cama de casal (não havia percebido ainda que o Whyatt estava atrás de mim gravando tudo), de repente, vi aquela mulher aparecendo do lado da cama, e então senti como se minha coluna tivesse sido quebrada, então eu caí de uma vez na cama e vi a tal mulher desmaiando. Então, a nossa amiga, em vez de chamar a polícia, ela chamou um Pastor de uma igreja, que fez uma oração bem forte, que tirou o diabo do corpo daquela mulher. Por sorte, eu não havia morrido. Desde aquele dia, eu passei a acreditar em tudo. 



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