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Lendas Urbanas - Enviado dia 28 de Setembro de 2010

O Enigma São Cipriano

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Uma história surgida no início do Cristianismo; época que ainda Roma estava no poder, surgiu entre outras lendas, a deste homem. Mas, como tudo que vem de remotos tempos, através de tradições praticamente orais, e parcos documentos escritos, a história de São Cipriano, se perde em lendas, grimórios, orações toscas e bizarras, e muita, mas muita superstição.


Fruto de uma época ignóbil, não se pode ter absoluta certeza dos fatos, nem tampouco dos escritos atribuídos ao Santo, contudo seus livros, mais especificamente o famoso “São Cipriano Capa Preta”, o assunto ocultismo sempre despertou a curiosidade, ainda mais de adolescentes brincando de Harry Potter (pelo menos o bruxinho inglês era mais interessante que o emo- escalafobético e pseudo –vampiro da saga Crepúsculo) e pessoas ávidas pelo desconhecido, e às vezes de mentes fracas, os conjuros e encantamentos atribuídos a São Cipriano, é material farto para experiências mal-sucedidas, noites insones, aparições imaginativas, criações mentais, formas-pensamentos, e muitas, mas muitas histórias bizarras, lendas urbanas, e estórias hilárias e sem-noção.


Mas o que pensar de um livros escrito em plena idade média, com invocações tipo “O Ovo Clarividente”, ou rituais que se manda sacrificar animais!?  O mais estranho é que em alguns feitiços manda a ignorante e maldosa idéia de se matar gatos pretos, ao mesmo tempo que se atribui `a Bruxa de Évora poderes sobre este animais, só para citar exemplo, de tamanha crendice bisonha  é a história do feiticeiro.


Bem, como hoje em dia o termo “ocultismo”, em plena era da informação, perde em muito seu significado literal, existem muitos grimórios, e livros de esoterismo, ongs e instituições de estudos filosóficos, e até mesmo indivíduos pronto a ensinar as artes Mágikas, que indicam ao neófito um caminho seguro, e práticas virtuosas, onde a magia é ensinada de forma plena, sem neuras e superstições.   


Mas ainda sim, se persistir a vontade de se possuir, ou até mesmo ler o livro, o suposto manual de feitiços do santo católico, é um ótimo objeto de estudo de antropologia e teologia pagã- romana e cristã primordial, pois, se assim não fosse, certamente São Cipriano Feiticeiro teria sido riscado do anuário dos santos da igreja católica, ou pelo menos seria ignorado. Mas, eu abro umas aspas, que sou uma feiticeira tão boa, que nunca consegui ser bem sucedida nem com simpatias das revistinhas do João Bidu ou da Capricho, acho Eliphas Levi, um famoso estudioso e discípulo um porre, venho sugerir que estudos de Alquimia de Nicholas Flammel, são um tanto mais interessantes.


Cipriano, o feiticeiro, assim denominado para distinguir-se do célebre São Cipriano, bispo de Cartago, era filho de pais pagãos muito ricos. Nasceu em 250 d.C. na Antioquia, região situada entre a Síria e Arábia, pertencente ao governo da Fenícia. Desde a infância, Cipriano foi induzido aos estudos da feitiçaria e das ciências ocultas como a alquimia, astrologia, adivinhação e as diversas modalidades de magia.


Após muito tempo viajando pelo Egito, Grécia e outros países aperfeiçoando seus conhecimentos, aos trinta anos de idade Cipriano chega à Babilônia a fim de conhecer a cultura ocultista dos Caldeus. Foi nesta época que encontrou a Bruxa de Évora, onde teve a oportunidade de intensificar seus estudos e aprimorar a técnica da premonição. Évora morreu em avançada idade, mas deixou seus manuscritos para Cipriano, os quais foram de grande proveito. Assim, o feiticeiro dedicou-se arduamente, e logo se tornou conhecido, respeitado e temido por onde passava.


Vivia em Antioquia a bela e rica donzela Justina. Seu pai Edeso e sua mãe Cledonia, a educaram nas tradições pagãs. Porém, ouvindo as pregações do diácono Prailo, Justina converteu-se ao cristianismo, dedicando sua vida as orações, consagrando e preservando sua virgindade.


Um jovem rico chamado Aglaide apaixonou-se por Justina. Os pais da donzela, agora já convertidos à fé cristã, concederam-na por esposa. Porém, Justina não aceitou casar-se. Aglaide recorreu a Cipriano para que o feiticeiro aplicasse seu poder, de modo que a donzela abandonasse a fé e se entregasse ao matrimônio.


Cipriano investiu a tentação demoníaca sobre Justina. Fez uso de um pó que despertaria a luxúria, ofereceu sacrifícios aos demônios e empregou diversas obras malignas. Mas não obteve resultado, pois Justina defendia-se com orações a Deus e o sinal da cruz. A ineficácia dos feitiços fez com que Cipriano se desiludisse profundamente perante sua fé pagã e se voltasse contra o demônio. Influenciado por um amigo cristão de nome Eusébio, o bruxo converteu-se ao cristianismo, chegando a queimar seus manuscritos de feitiçaria e distribuir seus bens entre os pobres.


As notícias da conversão e das obras cristãs de Cipriano e Justina, chegaram até o imperador romano Diocleciano que se encontrava na Nicomédia. Assim, logo foram perseguidos, presos e torturados. Frente ao imperador, viram-se forçados a negar a fé cristã. Justina foi chicoteada e Cipriano açoitado com pentes de ferro, mas não cederam. Irritado com a resistência, Diocleciano ainda lançou Cipriano e Justina numa caldeira fervente de banha e cera. Os mártires não renunciaram e tampouco transpareciam sofrimento. O feiticeiro Athanasio, que havia sido discípulo de Cipriano, julgou que as torturas não surtiam efeito devido a algum sortilégio lançado por seu ex-mestre. Na tentativa de desafiar Cipriano e elevar a própria moral, Athanasio invocou os demônios e atirou-se na caldeira. Seu corpo foi dizimado pelo calor em poucos segundos.


Após este fato, o imperador Diocleciano finalmente ordenou a morte de Justina e Cipriano. No dia 26 de setembro de 304, os mártires e um outro cristão de nome Teotiso, foram decapitados às margens do rio Galo da Nicomédia. Os corpos ficaram expostos por seis dias, até que um grupo de cristãos recolheu e os levou para Roma, ficando sob os cuidados de uma senhora chamada Rufina. Já no império de Constantino, os restos mortais foram enviados para a Basílica de São João Latrão.


 O Livro de São Cipriano hoje é uma verdadeira coleção, todos afirmando que são os verdadeiros livros de São Cipriano, mas, na verdade, São Cipriano só escreveu um: Livro de São Cipriano de Capa Preta.


A lenda de São Cipriano, o feiticeiro, confunde-se com São Cipriano de Cartago, santificado pela Igreja Católica, conhecido como o Papa Africano. Apesar do abismo histórico que os afasta, as lendas combinam-se e os Ciprianos, muitas vezes, tornam-se um só na cultura popular. É comum encontrarmos fatos e características pessoais atribuídas equivocadamente. Além dos mesmos nomes, os mártires coexistiram, mas em regiões distintas.


Cipriano, o feiticeiro, é celebrado no dia 2 de outubro. Foi um homem que dedicou boa parte de sua vida ao estudo das ciências ocultas. Após deparar-se com a jovem Justina, converteu-se ao cristianismo. Martirizado e canonizado, sua popularidade cresceu devido ao famoso Livro de São Cipriano, um compilado de rituais de magia.


Atualmente tem-se informações que há uma cópia do livro original guardado num salão restrito do Mosteiro de São Francisco, na Paraíba-PB, fruto da repressão da igreja a este escrito, por isso foi escondido há muitos e muitos anos sob o domínio clérigo.


O famoso Livro de São Cipriano foi redigido antes de sua conversão. Uma parte dos manuscritos foi queimada por ele mesmo. A questão é que não se sabe quando, e por quem os registros foram reunidos e traduzidos do hebraico para o latim, e posteriormente levados para diversas partes do mundo.


No decorrer dos anos, o conteúdo sofreu alterações significativas, além da adequação necessária na tradução para os vários idiomas. Esses fatores colocam em dúvida a fidelidade das versões recentes, se comparadas às mais antigas.


Atualmente, não é possível falar do Livro, mas sim dos Livros de São Cipriano. As edições capa preta e capa de aço ou aquelas intituladas como o autêntico, o verdadeiro ou o único, enfatizam um mesmo acervo mágico central, e ainda exaltam o cristianismo e a vitória do bem sobre o mal. Porém, existem grandes diferenças no conteúdo. Enquanto alguns exemplares apresentam histórias e rituais inofensivos, outros apelam para campos negativistas e destrutivos da magia.


Num aspecto geral, encontra-se instruções aos religiosos para tratar de uma moléstia, além de cartomancia, esconjurações e exorcismos. A Oração da Cabra Preta, Oração do Anjo Custódio e outras da crença popular também são inclusas (Magnificat, Cruz de São Bento, Oração para Assistir aos Enfermos na Hora da Morte etc.). Além dos rituais de como obter um pacto com o demônio, como desmanchar um casamento e da caveira iluminada com velas de sebo.


No Brasil, o Livro de São Cipriano é usado largamente nas religiões afro-brasileiras, e se tornou um "almanaque ocultista" de fácil acesso que se dilui na crendice popular. Há ainda os mitos que o cercam: muitos consideram ser pecado possuí-lo ou simplesmente tocá-lo. De qualquer forma, o tema São Cipriano e tudo que o cerca, é um campo de estudo e pesquisa muito interessante para os ocultistas, religiosos e aventureiros.


Fonte: Wikipédia


A Bruxa de Évora


 


Outra personagem curiosa e imersa em lendas e crendices, a suposta mentora de São Cipriano, a Bruxa de Évora, também possui lendas contraditórias, e é seguida por váris ramos do ocultismo. Sua história, mais é precisa:  


A Bruxa de Évora era uma moura, criada na Ibéria, falava bem o árabe, o português e o latim. Foi criada por umas velhas tias que lhe ensinaram as artes mágicas, dando-lhe como talismãs sete moedas de ouro do califa Omir, uma pedra ágata com inscrições árabes e uma chapa de prata com o nome do profeta.


A bruxa era chamada de Moura torta, usava trapos, mas em seu peito brilhava um amuleto de âmbar. Ela lia o Alcorão e escrevia, sabia matemática, e olhando o céu reconhecia as estrelas, lia a sorte nas areias, nas estrelas e fazia feitiços e curas. Conhecia a magia dos seus ancestrais muçulmanos, mas vivendo no século XIII, também sabia a dos celtas.


A bruxa voava montada em cães, lobos, camelos, carneiros e em vassouras, mas sempre era vista voando em seu bode preto. O bode sempre foi um animal de feiticeiros, talvez por ser muito sensual; sugere pactos com demônios, feiticeiras, seres parte homem e parte animal, força de grande magia. O bode da era pagã emprestou sua forma para o diabo. As bruxas também eram companheiras dos dragões, deram a eles muitos nomes: o terrível, o magnífico, o senhor do mundo, o guardião.


Há muitos demônios companheiros fiéis da bruxa de Évora, os principais são: Abalan (príncipe dos infernos), Abigor (demônio de hierarquia superior), Abrahel (súcubo), Asmodeu (um dos chefes), Adramelech (grande chanceler do inferno), Hecate (deusa infernal), Lúcifer (o maioral), Marbas (presidente infernal), Rowe, (conde infernal), Satã (rei dos infernos) e inúmeros outros. Os gatos são acusados de demônios por serem considerados um animal mágico, parente da lua, pois o gato surge para a vida à noite; da magia de seus olhos é que surgiram as crenças nos seus poderes sobrenaturais, que transportam as almas dos mortos, encarnação do diabo o gato é um grande amigo das bruxas. A Bruxa Évora tinha um gato preto chamado Lusbel. Apesar de temida, os alentejanos buscavam os poderes dessa bruxa: seus feitiços, sortilégios, banhos, amarração, conjuros, etc..., com a finalidade de obter cura, proteção e sucesso no amor e na vida.
arronchesemnoticias.blogspot.com/


Évora viveu em Portugal entre os anos de 1700 a 1800, acredito que não é "Évora" e sim Nanaime que é a essência da magia de Évora que foi apenas mais um dos corpos que Nanaime viveu.

O nome Évora não era o seu nome, ficou assim conhecida, pois vivia na cidade de Évora. Como ela morreu?

Évora morreu como sempre morre, traída pela parte que lhe é mais frágil o coração, o que continuará acontecendo vida após vida até que seja quebrado o que não se deve mudar.

Vou contar uma pequena história sobre os motivos de morte de Nanaime, a alguns milhares de anos quando a magia ainda era forte e homens viviam entre deuses, Nanaime fez-se apaixonar por um homem deus não me recordo perfeitamente o seu nome, pois tantos deuses já morreram e tantos outros já foram criados de tempos em tempos, isso ocorreu nas terras altas e o semideus a quem ela decidiu ser a mulher era um guerreiro, acredito que Normando, mas não posso afirmar com exatidão ele portava uma espada sagrada e podia controlar os ventos .

Nanaime tinha um grande plano, como era mortal decidira se unir a um semideus para ter uma cria que se manteria durante toda a eternidade, por ser uma senhora da magia sabia que para ter o amor verdadeiro teria que amar realmente, fez o que deveria ser feito e a partir desse momento passou a amar o semideus.Sua vida em conjunto durou alguns anos e mesmo amando esse senhor ela não conseguia gerar a sua cria.

Fez de tudo para que fosse gerado um filho, mas nada acontecia, e seu esposo como deus tinha suas responsabilidades e sempre estava excursionando por mares a serem descobertos.

Nanaime antes que seu marido fosse de volta aos mares tirou um pouco do seu sangue e ofertou a uma deidade proibida requisitando que lhe fosse dado um filho.

O filho foi concebido três meses após a saída dele em uma jornada, mas o filho era dele mesmo, mas Nanaime não tinha como comprovar a sua fidelidade.

Ele voltou, Nanaime esta preste a ter o filho, ele condenou Nanaime a morte por adultério e logo após o nascimento de sua filha foi morta por ele e seu corpo foi cortado em varias partes por sua espada e seus membros jogados ao mar, sua filha foi banida até os 14 anos quando foi morta e enterrada aos pés de uma arvore sagrada para que de lá sua alma nunca mais pudesse escapar.

Essa é a primeira historia de Nanaime, bem resumida é claro, pois muitas outras coisas ocorreram entre ela e sua filha.

Que poder tem Nanaime para trazer a história sempre para o presente?

Nanaime é uma essência da magia sempre ressurgida para restaurar o poder da magia, mesmo que em pequena escala, mas a magia é eterna e com isso as pessoas que fazem parte da magia ou de sua herança sempre recebem esta qualidade de "ser da magia" mesmo a magia estar sem poder ha sempre algo que a faça ressurgir e estas pessoas envolvidas pela antiga historiam sempre tendem a novamente vivenciá-la mesmo sendo em pequena escala ou grau inferior, mas as coisas sempre ocorrem para se garantir um fim.

Nanaime esta buscando um fim para o que iniciou e reconhecimento pelo que já alcançou.


Fonte: Yahoo respostas


 


Resumindo, as histórias cuja moral cristã, paternalista ainda prevalece. Mas, o que se dirá da Magia? Eu, não serei leviana de ignorar ou desmerecer as experiências de tantas pessoas que juram que sofreram ou foram testemunhas de eventos sobrenaturais atribuídos aos personagens. Não, eu não vou desmentir estes fatos, só acho que muita coisa tem explicação lógica, mas ainda creio que a tanto a magia quanto os próprios seres humanos, evoluem eternamente, e se prender a superstições milenares, não é realmente o objetivo nem da magia, quanto de qualquer filosofia cuja verdade e a iluminação sejam o foco principal.


 



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