A maioria das pessoas sabe que é sempre bom ter um animal doméstico que te dê carinho, companhia e amizade. Principalmente se você viver sozinho num sobrado velho. O caso que contaremos a seguir é uma lenda urbana também vista como um fato verídico que aconteceu nos Estados Unidos e até mesmo no Brasil. A personagem principal é uma velhinha que possui muitos filhos e netos mas quase nunca recebe suas visitas. A única companhia da pobre e solitária velhinha é o seu gato de estimação. Num dia de primavera ela resolve dar um banho no felino(imagine tal cena). Depois que o arisco bichano é molhado na banheira branca da senhora ele é levado para baixo e desce "correndo" as escadas. Não se sabe porque a velha de repente teve um surto e resolveu secar ou dissecar(como convém) o gato num microondas. O primeiro passo por chamar o bicho mimado com leite para o colo quente, depois como "havia escrito no manual" colocar o animal dentro do micro e fechar a porta de modo com que ele não escapasse num ritual mórbido com toques de horror mais cruéis que a mamãe de Norman Bates em Psicose. Na tentativa ridícula de secar o gato ela não teve o resultado que esperava. O bicho estourou com mil miolos e sangue dentro do microondas. Foram dois sons: o do micro encerrando a operação e o grito do animal. A "ingênua" velhinha abriu a porta do forno e encontrou somente o resto quente do gato que explodiu sarcasticamente. Há quem diga que a velhinha tinha problemas mentais pela ausência da família e não pensou que o ato de por o gatinho no microondas acabaria assassinado o seu único companheiro, único e último.
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