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Matérias / Seitas Secretas

Alfabeto Maçônico


Conde Cagliostro

Enviado por Conde Cagliostro em 6 de Maio de 2006. Escreva para o autor


Como as demais instituições iniciáticas, a Maçonaria adota vários alfabetos convencionais, cujo uso, no entanto, parece cada vez mais, restrito à interpretação de grifos maçônicos.

Como as demais instituições iniciáticas, a Maçonaria adota vários alfabetos convencionais, cujo uso, no entanto, parece cada vez mais, restrito à interpretação de grifos maçônicos. Na figura abaixo, se encontram os sistemas hieroglíficos alemão, inglês e da Idade Média, com as respectivas chaves.


O alfabeto maçonico inglês, alemão e da idade média.

A cifra de substituição mono alfabética utilizada pela Maçonaria como Alfabeto Maçônico, (figura acima), hoje conhecida como cifra pig pen (porco no chiqueiro) cada letra (porco) é colocada numa casa (chiqueiro) foi criada pelo místico e alquimista alemão Agrippa de Nettsesheim, que nasceu aos 18 de fevereiro de 1.486, de uma família nobre próximo a cidade de Colônia, onde estudou medicina e direito, aparentemente sem conseguir graduação.


Cornelius Agrippa von Nettesheim

Em 1.503, ele assumiu o nome de Cornelius Agrippa von Nettesheim, adotando o von para sugerir sua origem nobre; três anos depois, ele fundou uma sociedade secreta em Paris devotada para astrologia, magia e calaba.
Sua carreira foi diversa: agente secreto, soldado, médico, orador e professor de Direito, em Colônia, Paris, Dôle, Londres, Itália, Pavia e Metz. Em 1.509, ele montou um laboratório em Dôle com o objetivo de sintetizar ouro, e durante a próxima década viajou pela Europa, vivendo como um alquimista, e dialogando do mesmo modo com importantes jovens humanistas escolares como em Colet e Reuchlin. Em 1.520, ele começou a praticar medicina em Genebra, e em 1.524 tornou-se médico pessoal da rainha mãe na corte do Rei Francis I in Lyons. Quando a rainha mãe o abandonou, ele começou a praticar medicina em Artuérpia, mas foi mais tarde proibido por praticar sem licença, e se transformou historiador na corte de Charles V. Depois de ter sido preso por várias vezes por diferentes motivos como dívidas e ofensas criminais, ele morreu em 1.535.

7 Comentários para "Alfabeto Maçônico". Deixe o seu

  • Iann Iann | 1 de Outubro de 2006

    Isso naum passa de outro código para se comunicar como o código morse li na revista ciencias hoje que mostra essa imagem e isso é um meio de comunicação ! código!

  • ALESSANDRA ALESSANDRA | 30 de Agosto de 2006

  • Maçom Maçom | 25 de Julho de 2006

    Prezado Profano,

    Acha mesmo que é capaz de ler um texto maçônico, baseado nestas chaves acima? Como pode ter tanta certeza que estão corretas? É iniciado na Real Arte?

  • Maçom Maçom | 23 de Julho de 2006

    Prezado Profano

    Como podeis ter tanta certeza que as chaves acima citadas estão corretas?
    Tendes certeza que és capaz de leres um texto maçônico?
    Achas mesmo que a Real Arte resume-se a somente a isto?
    Se fostes iniciado saberia que certamente vossas afirmações não procedem e não têm nexo.

  • Digite seu nome!Ana Consuelo Digite seu nome!Ana Consuelo | 7 de Julho de 2006

    Escreva aqui sua Opinião!Eu acho que a Maçonaria deveria ser revista como um meio de fluir o povo a distribuir Fé em Deus. E abrir portas para todos que creiam em seu nome. Seus seguidores deveriam ser mais precisos e demonstrar mais interesses em sua divulgação.

  • Moderador Anônimo Moderador Anônimo | 17 de Junho de 2006

    Um pouco mais ... Heinrich Cornelius Agripa foi um mago que viveu na Renascença. Nascido Heinrich Cornelius, perto de Colônia, Alemanha, em 1486, ele adotou o nome de Agripa em homenagem ao fundador de sua cidade natal. Trabalhou como médico, advogado, astrólogo e com curas através da fé. Mas fez tantos inimigos quanto amigos e foi acusado de feitiçaria. Em 1529, publicou um livro chamado Sobre a Filosofia Oculta, valendo-se de textos hebraicos e gregos para argumentar que a melhor maneira de chegar a conhecer a Deus era por meio da magia. A Igreja declarou-o um herético e o prendeu. Morreu em 1535. Agripa foi uma das inspirações de Wolfgang Goethe para escrever a peça Fausto, na qual um homem de ciência faz um pacto com o diabo - semelhante ao pacto entre Voldemort e seus seguidores. Seu nome é também um termo para designar um livro de magia muito especial, cortado em forma de pessoa.

  • Luiz Garcia Luiz Garcia | 5 de Junho de 2006

    Bastante interessante,essa matéria eu gostei

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